domingo, 22 de Novembro de 2009

A merecida dedicatória a Londres

Dedico esta música a Londres:

Três

Estou e sinto-me quente envolvido pelo clima Londrino que me cobre os poros. Hoje é um dia especial, é o countdown para o regresso geográfico e a preparação da criação de um novo estilo, uma nova abordagem, uma, acredito eu, GRANDE MUDANÇA.

Estes últimos dias que tive foram, imcomparavelmente os mais ternos e quentes que vivi em terras de sua majestade. Permitam que vos crie uma imagem, a nostalgia da lembrança altera-me a temperatura do corpo e adocica-me os lábios. Lamento se for muito ao estilo de Eros, mas é a mais pura verdade.

Voltando à Mudança, que vou assistir na qualidade de objecto na qual ela se vai reflectir, - tenho a certeza - nem eu sei o que me espera. Aguardo numa ansiedade saudável o futuro. Deixando aqui uma mensagem para quem consiga perceber.

Adoro o número 3, pois para mim é sinónimo de de querer, poder e fazer, e se 2 querem, podem e fazem, o inevitável é acontecer. E acontecer dá sabor, e o sabor alerta o sentido do gosto e exige do tacto e do olhar o que a audição e o aroma constroiem na mente. A percepção cria-se e quando abrimos os olhos - involuntariamente sorrimos, pois é real.

***

domingo, 20 de Setembro de 2009

Para além da papelada

Estive a por o meu quarto em ordem e coloquei a papelada em cima da minha cama.

Olhei e tirei uma foto.

Para mim tudo o que via não era papelada ou recibos variados. São sim rotinas, percursos, gargalhadas e pequenas descobertas.


Alguém me disse que a partir de agora o tempo iria passar muito rápido. Aconselhou-me a aproveitar o tempo que ainda me falta. Olho para os papeis em cima da cama e vejo, mesmo em frente dos meus olhos, o que já passou, como fotogramas de uma película na qual participei e fui espectador.

Aguardo o que o futuro me reserva, participando no plano e procurando por fazer o que ainda quero.

London is calling.

quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

Às vezes..


... em certos e raros (raríssimos) momentos, depois de verbalizar o que penso, fico com a sensação de um amargo no ar.


Não sei se é:


  • por ser patacoada da grossa (mas creio que não, porque se fosse rir-me-ia)

ou



  • por simplesmente não fazer sentido (e fica um nó cá dentro por resolver)

ou



  • por simplesmente me parecer que é uma visão estreita e redutora (que chega a ser radical ou mesmo vazia pelo próprio conteúdo desajustado que se reveste)

Bem, mas uma coisa é certa, ao menos a reflexão a que o comentário exposto obriga, acredito que me faça crescer (para os menos atentos explico - não me refiro ao crescer em altura, pois estou muito satisfeito com a mesma - aproveito para agradecer aos meus queridos ADN's que vieram do meu paizinho e da minha mãezinha).

Mas agora a sério, isso é bom. Mas mesmo assim esse amargo, e apesar de ser alguém que gosta de sabores ácidos e salgados, confesso que me traz algum desconforto.


Enfim...


Agora terminando com um tom mais leve, recomendo que vejam esta série. Vi um episódio hoje e gostei: How not to live your life


Um dos actores é tão e somente o humorista que teve a bela ideia de fazer a interpretação gestual da música Torn - Natalie Imbruglia. Deixo então o convite para verem este vídeo e explorarem a série. É engraçado... palavra!

sábado, 12 de Setembro de 2009

Janelas, a mais, abertas...

... fazem muita corrente de ar.



Escrevo isto no sentido lato.



Não é que não dê jeito, quando o bom tempo impera.

Um brisa leve, até faz a sua tarefa de bom grado. Fazendo o percurso entre janelas, invadindo o espaço e trazendo novos aromas e a já sua normal renovação do ar que, por perto, nos faz companhia. A questão é que, na maioria das vezes, a exposição à brisa irrita. E só nos restam duas soluções, ou irritarmo-nos com isso, ou colocar o comodismo de parte e começarmos a fechar janelas.

Quanto ao efeito, é sempre desconhecido. Mas uma coisa é certa - a brisa PÁRA!


O resto é colocado na nossa mão. Sim, porque agora a brisa já não nos serve de desculpa.

Claro que, revemos sempre a nossa posição, não fossemos nós humanos imperfeitos (perdoem-me a redundância) pois achamos nós que é sempre bom, voltar a sentir a na face, abrindo janelas - nem que seja para saber quanto tempo é que aguentamos - o raio da bela da brisa. :)

domingo, 30 de Agosto de 2009

Dia cinzentinho


Há dias assim.


Há dias em que nem a cor do mar é azul.


Há dias em que o respirar fundo não traz novo ar, fazendo-a percorrer o corpo e espandindo o torax.


Há dias em que não estamos, simplesmente, sintonizados.


Hoje foi um desses dias.


Amanhã, o dia vai ser diferente e, seguramente, melhor.


São dias destes que por vezes pensamos: quem me dera errar mais, para justificar o dia que tive.


Mas tudo está certo. Só que, nublado no nosso íntimo.


Amanhã, o dia vai ser diferente e, seguramente, melhor. :)

domingo, 9 de Agosto de 2009

Sonhar com pessoas, estando a dormir, mas parecendo que estou acordado


Muito estranho, hoje, na soneca da tarde, sonhei que tinha acordado com muita gente aqui no palácio.

O contexto era este apartamento mas com um exterior diferente. Elas eram a minha irmã, mas depois a Eva Longoria que estava por cá (obrigado por apareceres, quando quiseres aparece mais vezes) e mais uma morenaça que não faço puto de ideia quem seria mas que tinha um problema com o portátil dela pois não tinha ligado o cabo de rede certo.

Bom! Os meus calções estavam estragados mas eu não me quis chatear com isso. Depois, vejam bem, estava cá a malta de Paris! Serão saudades? Ou simplesmente um sucedâneo de memórias de pessoas que já vi (excepto a Eva Longoria, que repito, sempre que quiser cá aparecer, no nº 51, temos sempre as portas bem abertas para a receber :) ).

Que sonho mais maluco. Para quem possa estar a imaginar cenas mais intímas ou coisas dessa natureza, nada aconteceu. Aliás, foi só mesmo a surpresa de ter a casa cheia! :)

No fim acordei a sério e ri-me à gargalhada!

Quem vai rir à gargalhada vai ser a minha namorada quando ler esta mensagem! AH AH AH

Abraço gente!

quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Moving at the speed of light, into eternity...

A ideia é simples, o contexto conservador mas, o resultado final é (no mínimo) BRILHANTE!




I VIVA LA VITA!